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BRASIL, Sudeste, RIO DE JANEIRO, COPACABANA, Mulher, de 56 a 65 anos, Arte e cultura, Cinema e vídeo



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Brincando com as palavras


Coitado do meu blog

Passaram-se vários meses e eu não estive por aqui. No próximo ano, prometo que isso vai mudar. Afinal,  blog é como diário.

Bem, vamos conversar um pouquinho. Já estamos às vésperas do Natal e cada vez mais percebemos que o ano tem corrido a uma velocidade incrível. Os planos que fazemos ficam quase que estagnados, não dá tempo de realizá-los (pelo menos, não todos). Bom, mas o importante é não desistir e continuar estabelecendo metas para o ano vindouro. O chato dessa correria toda é que as datas acabam perdendo um pouco da alegria e do significado já que temos na memória uma foto bem marcada do que fizemos no ano anterior: o que vestimos, o que comemos, que presentes demos ou ganhamos, enfim está tudo fresquinho ainda. É mais quanto a isso, nada a fazer. Não temos o poder de parar o relógio ou segurar o planeta para que gire mais devagar. Daí, a melhor escolha é se divertir e aproveitar esta época da melhor maneira possível. Será que isso é impressão só minha? Você também se sente como eu?

2011 pra mim não foi dos melhores, minha mãe faleceu e deixou uma saudade imensa. Impressionante como uma pessoa já tão idosa nos faz tanta falta. Lembro dela diariamente e me pego sempre citando alguns de seus comentários, de seus gostos, de suas delicadezas .... Esta, sem dúvida, foi uma grande perda. Mas, o ano teve ganhos também: boa saúde, neto crescendo e cada vez mais inteligente (imagina, ele adora livros. Isso é um bom sinal.), filhos bem, família unida, amizades sólidas, .....

Espero que pra você o ano tenha passado com paz, saúde e harmonia. Tomara que 2012 nos traga, a todos, bons fluídos e que possamos concretizar nossos sonhos.

Qualquer hora, eu volto. BeijoBeijoBeijo



Escrito por malu às 17h34
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Copacabana

Este é um dos bairros mais movimentados do Rio de Janeiro. Os turistas, de um modo geral, o acham maravilhoso. E realmente é. A praia é linda, o comércio bom,  não muito caro, e tem vários restaurantes. Aliás, restaurantes para todo tipo de gosto e bolso.

Atualmente, Copacabana é um reduto de idosos e turistas. A grande maioria de seus moradores já tem idade avançada. E, principalmente, para estas pessoas e bairro é muito bom. Tudo por aqui funciona praticamente 24 horas. A condução é farta e há linhas para todos os outros bairros, inclusive para o subúrbio da cidade e para o município vizinho, Niterói.

O problema de morar por aqui é o barulho. Nos finais de semana sempre há alguma coisa na praia (shows, batucadas ...). Quando autoridades visitam a cidade, se hospedam no Copacabana Palace ou no Sofitel, o dia inteiro é sirene dos batedores. Agora, como se não bastasse, estamos convivendo com britadeiras, dia e noite.

Enfim, este é o preço de se morar em Copacabana, a princesinha do mar. Mas, afinal, morar aqui é o sonho de muita gente e nós, mesmo com os incômodos que possamos ter, temos este privilégio.



Escrito por malu às 21h09
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Um dia bem  legal.

Hoje, meu dia foi maravilhoso. Fiz um pouco de tudo. Comecei por fazer uns testes de inglês, nos quais me dei muito bem para minha surpresa. Estou querendo voltar a estudar para ficar mais segura quando preciso conversar com alguém. Depois, almocei fora, voltei a casa e traduzi algumas páginas de um livro francês. Viu, não estou mole não. Mais tarde, fui para a aula de Pilates, como sempre ótima. Imagine que até apareceram dois alunos interessados em aulas particulares de francês. Vou pensar no assunto e decidir se volto a lecionar. Agora, resolvi passar por aqui e contar as novidades, mas daqui a pouco assistirei a um filme na tv. De repente, o ânimo voltou e a vida começa a ficar mais agitada.

Amanhã, vou a Niterói, por lá a vida é sempre mais agitada, às vezes até demais. Já estou habituada a uma maior tranquilidade. Mas, adoro quando vou lá e passo o dia com o meu pessoal.

Bem, tomara que os dias se tornem cada vez melhores. Agora, vou relaxar e ver o meu filminho. Bjs. 



Escrito por malu às 20h59
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Isso é uma vergonha.

Deu saudades. Há muito tempo não passo por aqui. Não morri não. Estou fazendo outras coisas. Inclusive traduzindo um livro do francês para o português. Pois é, acabou 2010 e comecei 2011 cheia de atribulações. As coisas não andam muito bem pro meu lado. Aliás, comigo, pessoalmente, está tudo em ordem, mas 2010 foi um ano difícil, com muitos problemas  que não se encerraram e deixaram marcas para 2011. É a vida! Se Deus quiser, tudo vai melhorar e terei mais ânimo para escrever. No momento, estou focada em outras coisas e minha cabeça anda a mil. Juro que vou tentar estar mais presente. Para aqueles que me visitam, mando beijos e peço deswculpas de não ter novidades.



Escrito por malu às 16h12
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Ausência prolongada.

Nada é intencional. Muitas coisas acontecem e nem sabemos o porquê. A vida é uma sucessão de fatos que nos afastam do que gostamos e apresentam novas alternativas para ocuparmos o tempo. Pois é, tem sido assim.

Ao longo dos meus sessenta anos (recentemente completados e, a meu ver, bens vividos) o que mais me incomodava era a falta de tempo para tudo que queria fazer, a correria constante, o excesso de responsabilidade e afazeres. Não tinha tempo pra nada, os dias eram curtos, mas, mesmo assim, tinha todo o tempo do mundo. Agora, missão cumprida, aposentadoria, horas e dias inteiramente disponíveis para mim. Acreditem, tenho todo o tempo do mundo e faço muito menos do que antes. Projetos são adiados, nenhum compromisso urgente. Bem, mas há o lado bom. Agora, faço somente o que gosto, não tenho hora para acordar (livre do despertador), não há pressa para nada.

Não sou da época do computador e confesso que esta máquina não me atraía. Hoje, aderi totalmente ao mundo virtual. Grande companheiro. Não preciso sair tanto, escrevo sem grande esforço, viajo, brinco, me comunico, me informo, enfim, aproveito tudo que esta tecnologia pode oferecer.

Não, não é um desabafo, não estou infeliz. Ao contrário, gozo de uma felicidade nunca antes experimentada. Se não tenho vindo muito por aqui, é puro relaxamento. Vou tentar escrever mais e contar para vocês um pouco do meu dia a dia, não esquecendo  de escrever alguns contos. Um beijo enorme e saudades.



Escrito por malu às 11h51
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Indiferença.

Maria foi criada em uma cidade pequena onde as pessoas se importam com as outras. Ainda menina, veio viver nas proximidades da metrópole. Mas, depois de uma vida quase que inteira passada em lugares calmos, mudou-se, de fato, para uma grande cidade.

É claro que sua adaptação foi difícil. O sentimento de estar sozinha, de não conhecer as pessoas, tomava conta dos seus dias. Ela, aos poucos, foi habituando-se com uma sociedade em que cada um cuida de si. Estranhou pequenas atitudes: o não cumprimentar, o não poder falar, o não se importar.

Um dia, estava na rua e viu uma cena que a chocou muito. Não era nada muito diferente do que via diariamente: mendigos dormindo pelas calçadas, pivetes assustando os transeuntes, pessoas - indo e vindo - indiferentes umas às outras. Porém, desta vez, algo chamou-lhe a atenção. Aliás, lhe tirou o sono.

Havia no bairro um camelô que marcava ponto certo em frente a uma determinada loja. Este homem estava sempre muito bem vestido e tinha a postura de um sujeito centrado. Pois bem, nesta tarde, ela o viu caído na rua. Perguntou o que havia acontecido e disseram que ele tinha levado um tombo. Ele tinha a cabeça sangrando e aguardava que chegasse ajuda do Corpo de Bombeiros.

No dia seguinte, quando Maria passou pela esquina, em que o tinha visto na véspera, lá estava ele sentado no meio dos outros mendigos. Estava imundo e bêbado. Ela assustou-se com a cena e procurou informações sobre o que poderia estar havendo. As respostas dos que o conheciam eram sempre a mesma: 'Ele é um alcóolatra." Parecia que ninguém se importava em ver aquele homem jogado nas ruas.

Passaram-se alguns dias e, entre eles, noites em que Maria não conseguia dormir. Levanta-se várias vezes na madrugada para olhar pela janela e conferir se o tal homem estava na rua ou não. A situação havia tirado-lhe o sono e o sossego, mas nada podia fazer. Lamentava a indiferença das cidades grandes, mas reconhecia que era muito complicado se envolver. Um sentimento de impotência tomou conta de sua alma. A única coisa que lhe restava era rezar. Ela já ouvira histórias de degradação, mas não havia presenciado uma.

Depois de uma semana, Maria foi surpreendida com um fato novo. Ao passar pela tal loja do bairro, lá estava o homem com sua banca, vendendo seus produtos. Estava impecável, bem vestido, cabelos cortados e apenas um pouco mais magro. A impressão que teve é de que acordara de um pesadelo.

Esta foi uma história com final feliz, dentre tantas outras que acontecem nestas grandes cidades. Mas, o fato do homem estar bem (não se sabe até quando) não apagou a sensação de indiferença. A vida está sempre ensinando a gente, e, desta vez, o ensinamento foi muito mesquinho: para se viver numa grande metrópole é necessário que não nos importemos com tudo que vemos, afinal não podemos fazer quase nada, mas é preciso que façamos a nossa parte da melhor maneira possível. Acreditar que tudo isso possa mudar, já é um grande passo. 



Escrito por malu às 17h32
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Um dia de herói.

Já eram oito horas da noite quando Luís chegou. Estava alegre, expansivo, com um humor incomum nos últimos tempos.

    Era um homem brincalhão, mas o cansaço do trabalho e os últimos acontecimentos do país o tornaram um tanto comedido.

    Sua esposa e os dois filhos já estavam em casa e, apenas, o aguardavam para que o jantar fosse servido. Tão logo uma pequena pausa, para que Luís tomasse um banho e relaxasse, todos foram à mesa.

    Esta noite não se apresentava como as outras em que, em silêncio, faziam a refeição, ou, por vezes, comentavam rapidamente o dia de cada um. Parecia uma noite especial, pois a sala estava tomada de um entusiasmo que há muito se fizera distante. Ninguém tinha pressa. Ninguém lembrou da novela.

    Vários assuntos surgiram e entre eles fatos do passado. Luís recordou sua infância e contou episódios interessantes e engraçados.

    - Uma vez, mamãe sonhou com um vizinho a noite inteira. No dia seguinte, resolveu fazer um 'fézinha' e jogou no bicho. Ficou toda feliz quando saiu o resultado: ganhara um bom dinheirinho. Assim que encontrou o tal sujeito, não tardou em contar-lhe o acontecido. 'Doutor, imagine só. Outro dia, sonhei com o senhor e joguei no bicho. Não é que eu ganhei.' O homem, muito sério, perguntou: 'Em que bicho?'. Só aí ela percebeu que não podia falar. Tinha apostado no porco em alusão ao nariz de tomada que o sujeito possuía. Sem titubear, respondeu: 'Na borboleta'. 'E por que na borboleta?', indagou o homem surpreso. 'Ah! É porque eu lhe acho muito esvoaçante'."

    Todos começaram a rir. O bate-papo não parou por aí. De pronto, foi lembrada outra história, e Luís emendou a falar:

    - Vocês se lembram daquela vez que uma mulher tocou a campainha aqui de casa e entrou furiosa, quase que batendo em mim? 'Eu quero saber se o senhor anda espalhando por aí que eu sou caloteira?'. Fingi não estar entendendo, e ela continuou: 'Fui fazer compras na quitanda e pedi para dar um 'pré-datado' e o homem disse que não, pois soubera, pelo senhor, que sou má pagadora.'. Muito sério, eu disse: 'Isso é um absurdo! Jamais eu faria tal coisa. A senhora sabe que eu já fui até seu fiador.' Ela, muito sem graça, pediu desculpas e disse não saber por que acreditara em tão grande besteira. 'Não sei nem como me desculpar. É claro que é fofoca. As pessoas, para não ficarem mal com as outras, têm a mania de arranjar um motivo que explique a sua negativa. Para isso, colocam até os outros em má situação.' Saiu muito constrangida e, quando fechei a porta, para surpresa de todos vocês, comentei: 'Eu falei mesmo. Ela é uma caloteira de primeira. Está até hoje me devendo o dinheiro do aluguel do qual fui fiador.'".

    Novamente, todos caíram na risada. Foi, então, que Eliane, sua mulher, muito animada, também se lembrou de um fato. 

    - Uma vez, estávamos eu e duas colegas de trabalho andando pela cidade quando passou um homem e, prontamente, eu me dirigi a ele para cumprimentá-lo: 'Oi. Como vai? Tudo bem em casa?' Fui fazendo as perguntas enquanto trocávamos os tradicionais beijinhos. 'Está tudo ótimo. E na sua?', respondeu cordialmente. 'Foi um enorme prazer, recomendações a todos.', disse ele, afastando-se. Neste momento, reparei que minhas colegas tinham aparência estranha, como se estivessem admiradas com alguma coisa. 'Você nunca comentou que conhecia o Antonio Fagundes.', disse uma delas. "Eu! Conhecer o Antonio Fagundes? Não, eu não o conheço.' E, então, a outra: 'Como não?! Você acaba de cumprimentá-lo com a maior intimidade.' Nossa! Foi aí que me dei conta que o homem me parecia conhecido, e até íntimo, porque todo dia entrava aqui em casa através da novela. Paguei o maior 'mico'.

    Mais uma vez, as risadas se repetiram. E a conversa continuou. De repente, toca a campainha, a empregada vai atender e, quando abre a porta, um rapaz entra na sala e dirige-se a Luís:

    -  Você ficou maluco? Atinou bem para o que fêz? Cara, você jogou tudo fora. Vinte anos de emprego. Faltava tão pouco.

    Todos ficaram se entreolhando sem saber o que se passava.

    O rapaz continuou:

    - E agora? O que você vai fazer da vida?

    O silêncio tomou conta da sala e só foi quebrado quando Luís explodiu em gargalhada. O rapaz indignado e não entendo nada: "Pô, cara! Tu ainda ri?".

    A família estava atônita, não compreendia nada. Mas entendia que algo de grave havia acontecido. Se era grave, como explicar o bom humor com que Luís tinha chegado a casa. Foi aí que ele começou a relatar:

    - Hoje, saí de casa para o trabalho com uma sensação de perda de tempo. Os anos estão correndo e nada de novo, nada que recompensasse minha dedicação à empresa. O que tomava conta de mim era um vazio enorme. Meus filhos cresceram, eu não vi. Meu cachorro morreu, eu não estava presente. Minha mulher e eu envelhecemos, mas não estávamos juntos. A vida estava muito sem graça. Chegando ao escritório, pedi uma reunião com o diretor e me disseram que só para daqui a quinze dias. 'Sua agenda está lotada.', informou a secretária. Meu sangue ferveu. Eu não sou uma pessoa comum, não preciso aguardar um brecha na agenda. Estou diariamente ali, e isso há vinte anos. Perdi todo senso do que é certo ou errado e adentrei à maldita sala do diretor. Minha intenção era ter umqconversa, quem sabe pedir um aumento que me proporcionasse, pelo menos, finais de semana agradáveis, alguma coisa que aliviasse o peso que invadira meu coração. mas, não, fui recebido como um estranho, 'Quem é o senhor? O que deseja? Por favor, marque uma hora com a secretária. É expressamente proibido que se entre em minha sala sem antes ter sido anunciado.' Gente, essas palavras soaram como marteladas em meus ouvidos. Resolvi, imediatamente, dar uma de louco. Peguei o jornal sobre a mesa do homem e dei-lhe uma porrada na cabeça, gritando: 'Matei, que mosca mais infeliz!'. Depois, passei a mão sobre a mesa  jogando tudo no chão, 'Cadê a sem-vergonha da baratinha que estava aqui?'. Diante disso, o diretor chamou o médico da empresa, que ainda viu algumas das besteiras que aprontei, e os dois me comunicaram que eu seria afastado, (lê-se: despedido), com todos os meus direitos, já que estava tendo uma crise nervosa. Eu havia ultrapassado todos os limites admissíveis pela empresa. Agora, eu representava um risco para eles. Era muito melhor evitar novas explosões do que pagar o que me cabia. Senti um alívio enorme. Era como se estivesse nascendo novamente. Poderia desfrutar da minha família, rir, não ter pressa para mais nada. Voltei a casa muito feliz e, depois de muito tempo, tive um jantar ma-ra-vi-lho-so.

 

 

 



Escrito por malu às 23h57
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Chegou o grande dia.

Como já comentado, na última publicação, a linha deste blog será mudada. A partir de hoje, serão publicados contos e crônicas de minha autoria. Espero que seja do agrado de todos e que não se esqueçam que, como já diz o ditado, 'quem conta um conto, aumenta um ponto'. Se ao lerem, se identificarem com algumas das situações descritas será uma mera coincidência. Os fatos que aqui serão relatados  habitam a minha imaginação, mas, algumas vezes, serão construídos a partir da observação do cotidiano. Beijo



Escrito por malu às 22h14
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Mudando de planos.

Depois de um breve, ou longo, silêncio, resolvi escrever.  A ausência tem sido explicada, embora não se justifique, por motivos que têm levado alguns amigos a comentários reprovatórios. É verdade que estou brincando de farmville, mas é verdade também que a sensação que vinha tendo nas últimas publicações era de estar escrevendo para o vento, para ninguém. O fato é que a vida das pessoas é bastante agitada e não sobra espaço para o lazer e leitura daquilo que não os interessa. Um blog é pessoal e nem sempre interessa a todo mundo. Sendo assim, resolvi que vou pensar um meio de mudar a linha do meu blog para que desperte a curiosidade e interesse dos leitores. É claro que ficar falando de coisas de minha vida é gostoso, mas isso não chama a atenção para que outros tenham o desejo de ler. Estou pensando seriamente em tornar o "Brincando com as palavras" uma ferramenta para comentar o que vai pelo dia a dia, não em forma de desabafo ou apenas de um relato frio, mas em forma de contos. Desta maneira, estou me estruturando, estudando um pouco e dando asas à imaginação para transformar os fatos urbanos em contos, ou crônicas, gostosos de se ler. Espero que com esta mudança, os leitores sejam mais frequentes e teçam comentários que me animem a cada vez mais escrever e criar. Prometo que a ausência será breve, apenas o tempo necessário para escrever os primeiros contos ou crônicas.

Se você tem estado por aqui, e gostou da minha ideia, comente. Beijos. Beijo Beijo



Escrito por malu às 11h58
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Isso é uma vergonha.

É verdade. Algumas pessoas, por comentários ou pessoalmente, têm reclamado de minha ausência por aqui. Isso realmente é uma vergonha. Confesso que tenho saudades de escrever um pouco, mas ando meio desmotivada. Depois que virei fazendeira (farmville0 o tempo ficou restrito às fazendas. Estou administrando mais de uma e leva um bocado de tempo. Na verdade, as fazendas são um passatempo formidável, pois estou dando asas à imaginação. É muito legal criar espaços diferenciados e está sempre construindo mais alguma coisa. Mas nada disso me exime da culpa de não reservar um pou quinho do meu tempo para os meus blogs, logo, é claro, que as fazendas são na realidade desculpass esfarrapadas para quem está sem nenhuma inspiração para escrever. Prometo que voltarei, mas quero voltar com toda a vontade. Bjs



Escrito por malu às 15h40
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Na correria Tô passando rapidinho.

Fim de carnaval. Terça-feira gorda. Pra quem gosta (e eu já gostei muito) é uma pena, pra quem prefere o sossego, um alívio. A vida agora volta à normalidade, ou melhor, o ano de 2010 vai começar. Aliás, este será um ano curto já que em junho temos a Copa e tudo girará em torno dela.

Bem, um bom final de carnaval e um início  de ano maravilhoso. Bjs.

 



Escrito por malu às 09h34
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Brincalhão Carnaval e saudades de vocês.

Saudades, muitas saudades mesmo de estar um pouquinho por aqui. Não tenho tido tempo para escrever, outras atividades têm tomado todos os meus dias. Mas a saudade apertou e resolvi escrever.

Não tenho muitas novidades para contar. O calor está de assar miolos e nos deixa muito cansados e sem vontade de fazer grandes coisas. Os afazeres diários não podem ser deixados de lado, mas o que não nos é obrigatório acaba ficando para depois, depois ...

Após muitos convites de amigos, resolvi entrar para o facebook para jogar farmville. Olha, é uma cachaça. A minha fazenda está linda, mas ocupa tempo a beça. Além de brincar na minha, ajudo meu filho e nora com a deles. Eles têm menos tempo livre e fico com pena de ver a plantação morrer. Enfim, estou administrando mais de uma fazenda virtual, dá um trabalho danado, mas é muito legal. Por isso, não tenho entrado para escrever.  É melhor não ficar diversificando no computador, se não acaba não se fazendo nada direito. Mas, como já disse, vai chegar o momento que o jogo vai perder a graça, e aí eu volto para os meus blogs a todo vapor.

Não tenho estado com meu neto, só sei notícias por telefone e a saudade cada vez aumenta mais. É uma pena que ele more longe, mas, ao mesmo tempo, quando estou com ele é ótimo, pois os nossos encontros são cheios de novidades, encantos e brincadeiras.

Bem, não tenho muita coisa para contar , então vou ficando por aqui. Qualquer hora, eu volto. Beijos e um bom carnaval. Beijo

 



Escrito por malu às 14h21
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Bem humorado Olha eu aqui outra vez.

Realmente ando muito relaxada com os meus blogs. Tenho recebido comentários de amigos que cobram que eu escreva alguma coisa. É preciso um pouquinho de paciência, tenho andado ocupada administrando a minha fazenda no farmville. O jogo é tão bacana que acaba não sobrando tempo para mais nada. Mas, essa mania qualquer hora passa, por enquanto vou ficando mais tempo por lá. Bjs. Beijo



Escrito por malu às 13h09
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Legal Saudade.

Estou com saudades de escrever um pouco. No momento, estou brincando de farmville e petville. Os jogos são muito legais e ocupam bastante do tempo da gente. Já criei uma fazenda que está aumentando aos poucos, lá tem árvores frutíferas, plantações e animais. Eu acho que a minha fazenda está bastante legal.

No Petville criei um personagem que atende pelo nome Pink, ela é uma gracinha. Sua casa está crescendo e agora já tem sala de visitas, cozinha e quarto. Estes jogos são bem divertidos. Com isso, tenho tido menos tempo ainda para passear pelos meus blogs, mas não os abandonei não, é só uma questão de momento, logo logo estarei de volta a todo vapor. Beijos. BeijoBeijo



Escrito por malu às 14h47
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Estou curtindo um bocado.

Oi, gente.

Depois de algum tempo, estou de volta. Férias, são férias. É claro que não estou mais em idade de tirar férias, mas aproveito este tempo para curtir um pouco mais o meu neto.

Vim para Friburgo no domingo passado e vou ficar por aqui até sábado. Meu tesou ro está uma graça. Imaginem que o danadinho já sabe até jogar videogame e brincar no computador no jogo da fazenda e do petville. A gente tem aproveitado bem os dias e brincado bastante. Eu tenho muita paciência com criança, então nos curtimos bastante.

Parece incrível, mas o clima por aqui também está quente. Claro que não é como o Rio, mas tem feito um calor daqueles. Não tenho nem dormido coberta com lençol. Olha que é a primeira vez que isso acontece. Normalmente, mesmo no verão, a gente por aqui utiliza até uma colcha na hora de dormir.

Está bem divertido e legal ficar alguns dias aqui. Pena que meu marido não vem junto, então a saudade de casa aperta ainda mais.É muito chato esse negócio de ter parentes em várias cidades, pois quando estamos numa visitando alguns deles, sentimos falta dos que ficaram nas outras. O negócio é tocar a vida e se desdobrar para estar um pouquinho com cada um deles. E toma saudades de cá, saudades de lá ....

Desta vez nem até a cidade eu fui, estou o tempo todo só curtindo a família e em especial o neto. Cada vez que venho vê-lo tenho novas surpresas. Impressionante como esta geração se desenvolve tão rápido. Pra mimj, esta geração da era das novas tecnologias é muito esperta, os pequenos sacam de tudo, dão uma rasteira nos adultos.

Bem, está na hora do jantar, vou dar uma ajudinha lá na cozinha. Beijos e até qualquer hora. BeijoBeijoBeijo



Escrito por malu às 19h42
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